Apenas 40 quilômetros a nordeste de Buenos Aires e a 77 quilômetros de Colonia pela costa, a pacata e atrasada cidade de Carmelo fica onde o Río Uruguay se alarga para virar Río de la Plata. Carmelo fica na pouco explorada região vinícola uruguaia. A Los Cerros de San Juan (00 598 481 7200) é uma das vinícolas que recebem turistas (visitas agendadas) e é a mais velha do país, na R21 entre Colonia e Carmelo. Fundada em 1854, ainda armazena o vinho em uma adega centenária de pedra. Oferece degustação de iguarias locais servidas com Tannat, o vinho que o Uruguai contrapõe ao Malbec argentino. Neste oásis de tranqüilidade fica o Four Seasons Carmelo Resort (em BA 4321 1711, 00 598 542 9000, www.fourseasons.com/carmelo, US$330-$520 duplo), uma atração turística caríssima, encravada em um bosque de pinheiros na Rota 21, fora da cidade.
Com 20 bangalôs inspirados no Zen Budismo ao redor de uma piscina gigantesca, além de spa e campo de golfe, parece uma Bali no Río de la Plata. Se quiser algo menos chamativo, hospede-se no Hotel-Casino Carmelo, na rua Rodó (00 598 542 2314/2333, US$50 duplo). Uma caminhada curta pela ponte pénsil – construída em 1912 – leva às praias douradas que fazem a fama de Carmelo e são o motivo principal de qualquer visita a esta pacata cidade. Caminhando alguns minutos em direção a Nueva Palmira, chega-se à encantadora Finca Narbona (Rota 21, km 267, 00 598 540 4778; www.fincaygranjanarbona.com), restaurante, fábrica de queijo e padaria, tudo em uma venda de 1909. Por US$17, coma um banquete de queijo e patê de carne seguido de cordeiro cozido em forno de barro. Vá com fome.
Informações turísticas
Dirección de Turismo Casa de Cultura, 19 de Abril, y Rodríguez (00 598 542 2001). Aberto jan/fev 2ª a 5ª, 10h/12h, 17h/21h; 6ª a dom., 9h/21h. mar/dez 2ª a 5ª, 8h/16h; 6ª a dom., 9h/15h.
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